Quando alguém imagina «janelas de madeira», pensa muitas vezes nas caixilharias que empenavam, deixavam passar ar e exigiam pintura constante. Esquece isso. A madeira de obra exigente de hoje é um produto de engenharia: estável, isolante e construído para durar décadas sem perder a beleza natural.
A diferença está em três escolhas: madeira lamelada em vez de maciça, vidro de alto desempenho com espaçador de borda quente, e ferragens europeias. Acertar nestas três é o que separa uma janela de carácter de uma dor de cabeça.
Porquê lamelado e não maciço
A madeira lamelada cola três ou quatro lâminas com o veio cruzado. O resultado é uma peça muito mais estável, que não empena com a humidade nem com o calor, essencial em Portugal, entre o sol do Alentejo e a salinidade do litoral. Permite ainda formas arqueadas e redondas impossíveis com madeira maciça.
O vidro faz metade do trabalho
Trabalhamos com vidros Saint-Gobain de alto desempenho: controlo solar, baixa emissividade e laminados acústicos. Combinados com o espaçador de borda quente Swisspacer Ultimate (Ψ ≈ 0,03 W/m·K), reduzem a condensação na periferia do vidro e baixam o Uw de toda a janela.
Ferragens que duram tanto como a janela
De nada serve uma boa janela com ferragens fracas. Usamos sistemas oscilo-batente Roto e GU, com fecho multiponto e regulação fina. São as ferragens que garantem a estanquidade ao ar e à água ano após ano, e que tornam a janela agradável de usar todos os dias.
Acabamentos e cor
A proteção em quatro demãos resiste à humidade e aos raios UV. Pode escolher qualquer cor RAL ou NCS, vernizes transparentes que mostram o veio, ou até um revestimento de alumínio no exterior — madeira por dentro, alumínio por fora, o melhor dos dois mundos para fachadas muito expostas.








