A janela de guilhotina, que abre deslizando na vertical, é uma assinatura da arquitetura histórica portuguesa e anglo-saxónica. Durante anos foi evitada por ser fria e difícil de manter. Hoje, reconstruída com madeira lamelada, vidro duplo e mecanismos modernos, oferece todo o charme sem nenhuma das antigas dores de cabeça.
A guilhotina moderna mantém a estética histórica exigida em reabilitação, mas com vidro duplo, vedação eficiente e contrapesos ou molas que tornam a abertura suave e segura.
Porquê escolher guilhotina
Em edifícios classificados ou de carácter, os regulamentos municipais muitas vezes exigem manter o desenho original das janelas. A guilhotina responde a essa exigência e, por abrir na vertical, é prática em varandas e cozinhas onde uma folha de batente estorvaria.
Desempenho moderno
A versão atual usa madeira lamelada estável, vidro duplo de baixa emissividade e juntas de vedação contínuas. O resultado é um isolamento térmico e acústico incomparável face às guilhotinas antigas, sem aquele assobio do vento nas noites de inverno.
Mecanismo suave e seguro
Os contrapesos tradicionais deram lugar a sistemas de molas ou contrapesos equilibrados que mantêm a folha em qualquer posição, sem cair. Algumas versões permitem inclinar a folha para dentro, facilitando a limpeza pelo interior, um luxo que as guilhotinas antigas nunca tiveram.








